E se a IA não for inteligência, mas anti-inteligência?

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O conceito de anti-inteligência foi observado por um futurista e especialista em IA. Em suma, a IA causa uma dissolução das fronteiras cognitivas. Essa mudança sutil, quase invisível, desloca a luta mental, a fricção do pensamento e a necessidade de pensamento criativo. A IA mecanicista pode gerar fatos e até mesmo insights precisos, mas é totalmente antitética ao processo de pensamento humano. À medida que a anti-inteligência se espalha em larga escala por todo o mundo, a humanidade se vê se aproximando de um simulacro.

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Sobre o Editor

Patrick Wood
Patrick Wood é um especialista líder e crítico em Desenvolvimento Sustentável, Economia Verde, Agenda 21, Agenda 2030 e Tecnocracia histórica. Ele é o autor de Technocracy Rising: The Trojan Horse of Global Transformation (2015) e co-autor de Trilaterals Over Washington, Volumes I e II (1978-1980) com o falecido Antony C. Sutton.
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